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Mercado Imobiliário - Gafisa assume controle de 60% da Tenda

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A Construtora Tenda e a Gafisa anunciaram ontem acordo pelo qual a primeira irá transferir 60% do seu capital para a segunda e receber desta a subsidiária Fit Residencial Empreendimentos Imobiliários, voltada à baixa renda. Segundo fato relevante divulgado pelas empresas, a Fit deverá ter, na data da incorporação, capital social mínimo de R$ 420 milhões e caixa líquido de R$ 300 milhões. A operação evidencia consolidação esperado pelo setor que, nos últimos três anos, inundou o mercado de ações e títulos. Nesse período, 25 empresas da construção e outros segmentos imobiliários abriram capital na Bolsa. Considerando que outras cinco companhias aumentaram capital, o valor dessas captações aproximou-se de R$ 20 bilhões - recursos que, em geral, foram levantados para a rápida constituição de banco de terrenos. Passado esse período, muitas dessas companhias perceberam não ter os recursos suficientes para tocar projetos anunciados e, em meio à elevação dos juros básicos, viram aumentar o cus...

Mercado Imobiliário - Pólos de Investimento

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Conheça cinco grandes regiões brasileiras de destaque no mercado imobiliário: Manaus, Vitória, Leste Fluminense (RJ), Salvador e Itacaré. Uma característica marcante do atual momento de forte expansão imobiliária é a atuação agressiva de grandes incorporadoras em regiões nas quais ainda não atuavam. Com isso, surge o desafio de entender as peculiaridades de cidades que se mostram promissoras para essa empreitada de expansão nacional. Isso porque, mesmo fazendo parte de um mesmo contexto - a tão falada expansão da oferta de crédito e capitalização de empresas da construção civil - cada região tem suas alavancas específicas de crescimento, como o caso do Leste Fluminense, que se beneficia com a construção do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), de proporções gigantescas. Liderança na região Norte Manaus expande mercado de imóveis, apoiada no desenvolvimento industrial, e se torna uma das cidades mais atraentes para incorporadoras em busca de novas praças O mercado imobiliár...

Afinal , o que é o tal do "downsizing"?

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Downsizing é uma técnica aplicada das abordagens contemporâneas da Administração voltada a eliminar a burocracia corporativa desnecessária e focada no centro da pirâmide hierárquica. Trata-se de um projeto de racionalização planejado em todas as suas etapas, que deve estar consistente com a Planejamento estratégico do negocio e cuja meta global é construir uma organização o mais eficiente e capaz possível, privilegiando práticas que mantenham a organização mais enxuta possível. A curto prazo envolve demissões, achatamento da estrutura organizacional, reestruturação, redução de custos, e racionalização. A longo prazo revitaliza a empresa com a expansão do seu mercado, desenvolve melhores produtos e serviços, melhora a moral dos funcionários, moderniza a empresa e principalmente, a mantêm enxuta, de forma que a burocracia não venha a se instalar novamente, uma vez amenizadas as pressões. O downsizing requer um projeto de racionalização planejado e de acordo com a visão estratégica dos ne...

Ferramentas mais utilizadas na disseminação do conhecimento

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fonte: Artigo publicado na Revista HSM Management 42 janeiro-fevereiro 2004

As principais fontes de conhecimento para as organizações

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Resultados obtidos com o KM - Knowledge Management

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Numa questão em que os entrevistados podiam apontar todos os benefícios já alcançados ou esperados com a adoção de KM, 80,2% indicaram que o melhor aproveitamento do conhecimento já existente em suas organizações é um dos principais resultados obtidos com a gestão do conhecimento (veja gráfico 5). Em segundo lugar, os profissionais elegeram a vantagem de diferenciação em relação aos demais participantes do mercado (76%). Outra vantagem do KM apontada pelos entrevistados é o melhor "time-to-market" que pode ser conferido ao corpo executivo das empresas, cuja capacidade de tomada de decisão com rapidez e eficiência é maximizada. Tal resultado pode ser ainda mais positivo quando as organizações combinam gestão do conhecimento com o processo de inteligência competitiva (processo de monitoramento dos ambientes competitivo, concorrencial e organizacional, visando subsidiar o processo decisório e o alcance das metas estratégicas de uma empresa). A ferramenta de gestão Balanced Score...

Não se pode esquecer a importância do envolvimento da alta gestão nos projetos do KM.

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Cada vez mais os executivos entendem a função da tecnologia da informação (TI) e seus serviços como meios para o sucesso de uma estratégia, e não como um fim em si mesmo. Também admitem a necessidade de alinhamento da tecnologia com os processos da empresa e com as questões relativas a pessoas. Isso fica evidente nas respostas sobre o envolvimento da área de TI em projetos passados ou futuros de gestão do conhecimento, que foi superado pelo da alta gestão e pelo de RH. O papel da área de TI é de suporte à gestão do conhecimento. Seu desafio é identificar e/ou desenvolver e implantar tecnologias e sistemas de informação que dêem apoio à comunicação empresarial e à troca de idéias e experiências. Isso facilita e incentiva as pessoas a se unir, a tomar parte de grupos e a se renovar em redes informais de aquisição e troca de conhecimento, além de compartilhar problemas, perspectivas, idéias e soluções em seu dia-a-dia profissional. A área de RH foi sabiamente indicada pelos entrevistados ...